Foi num dia cinzento,
Que reanimei a vontade
e o desespero de sucumbir
à triste e desilusão que é esta vida...
Tentei afastar este monstro que me consome
Mas surgiu com tal força e beleza
que me rendi aos seus encantos...
Fina lâmina de desespero
que sorris para mim
Leva-me para tua casa
Nessa cidade branca,
Tua morada tão peculiar
Cheia de marcos,
e com tons púrpuros
que clamam por mim...
Deixa-me viajar pelas tuas ruas...
Leva-me daqui...
Tira-me este peso de cima...
Dá-me o descanso eterno...
Fina lâmina não me abandones...
Estende-me tua mão gélida...
"Édera"
17 de Novembro de 2009


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